Fadiga muscular, principais causas e como evitar!

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É muito comum que pessoas que pratiquem exercício físico ou esportes experimentem episódios de fadiga muscular em seus treinos ou após realizá-los. No entanto, até que ponto isso é aceitável e eventualmente faz parte do processo de evolução no treinamento? Neste texto, discutiremos o que é a fadiga muscular, suas principais causas e como minimizá-la.

O que é a fadiga muscular?

A fadiga muscular é a sensação de cansaço ou exaustão que ocorre durante ou após o exercício físico intenso. É uma resposta natural do corpo quando os músculos são submetidos a exercícios intensos, seja por longas durações ou pelo volume de treinamento ao longo de vários dias ou semanas.

A fadiga muscular pode ser classificada em dois tipos principais: fadiga aguda e fadiga crônica.

A fadiga aguda: 

Ocorre durante ou logo após o exercício intenso e é temporária.

Fadiga crônica:

 Refere-se a uma sensação prolongada de cansaço e falta de energia, que pode persistir por vários dias ou semanas.

Quais são as principais causas da fadiga muscular?

Existem vários fatores que contribuem para a fadiga muscular. Além do acúmulo de subprodutos metabólicos, como o lactato, outras causas incluem:

Depleção de energia:

 Durante o exercício, os músculos utilizam o armazenamento de energia disponível, como o glicogênio, para produzir a energia necessária para a contração muscular. Quando as reservas de energia se esgotam, a fadiga pode ocorrer.

Diabetes: 

A fadiga muscular pode estar associada ao diabetes, principalmente se o controle da doença não está adequado. O diabetes está relacionado à incapacidade do corpo em utilizar a insulina e captar a glicose disponível na corrente sanguínea.

Anemia:

 A anemia é uma condição na qual há uma diminuição na quantidade de glóbulos vermelhos e na concentração de hemoglobina no sangue. Esses são responsáveis por transportar oxigênio dos pulmões para os tecidos do corpo. A anemia afeta a quantidade de oxigênio disponível nos músculos.

Desequilíbrio eletrolítico:

 Os eletrólitos, como sódio, potássio, cálcio e magnésio, desempenham um papel fundamental na condução dos sinais elétricos e na contração muscular adequada. Quando ocorre um desequilíbrio desses eletrólitos, seja por dieta inadequada ou por perda excessiva pelo suor, a fadiga muscular pode ocorrer.

Dano muscular:

 A prática de exercícios físicos intensos ou repetitivos pode causar microlesões nas fibras musculares. O processo de reparação dessas lesões pode resultar em fadiga muscular.

Falta de oxigênio: 

A disponibilidade inadequada de oxigênio nos músculos, seja devido à falta de condicionamento cardiovascular, ao exercício em altas altitudes ou a problemas respiratórios, pode levar à fadiga muscular.

Sobrecarga e/ou excesso de treinamento: 

Treinar em excesso, sem permitir um tempo adequado para recuperação, pode levar à fadiga muscular crônica. A falta de descanso suficiente entre as sessões de treino pode prejudicar a recuperação muscular para a próxima sessão, afetando diretamente a performance.

Falta de sono: 

O sono desempenha um papel fundamental na recuperação muscular. Durante o sono, o corpo passa por uma série de processos de regeneração, incluindo a recuperação muscular. Durante o sono, ocorre o reparo celular, a síntese de proteínas, a regulação hormonal, a redução da inflamação e a restauração das reservas de energia, como o glicogênio muscular.

Como minimizar a fadiga muscular?

  • Para evitar ou minimizar a fadiga muscular, é importante adotar práticas de treinamento adequadas, sempre orientado por um profissional de educação física para equilibrar a intensidade e o volume de cada sessão e do ciclo de treinamento. Além disso, é fundamental manter bons hábitos alimentares e buscar orientação de um nutricionista. Afinal, a nutrição tem um papel essencial para a energia durante o treino! Saiba mais sobre isso com a Darkness no artigo açaí no pré treino!
  • É importante ressaltar que a fadiga muscular é uma resposta normal do corpo ao exercício e geralmente não é motivo de preocupação. No entanto, em alguns casos, a fadiga muscular crônica pode ser indicativa de um problema mais importante. Se a fadiga persistir por muitos dias e estiver afetando sua qualidade de vida, é recomendado suspender os exercícios físicos por alguns dias e buscar orientação médica.

Conclusão

A fadiga muscular é um fenômeno multifatorial. Todo programa de treinamento deve ser acompanhado por um profissional de educação física. Além disso, é importante manter bons hábitos alimentares e buscar orientação de um nutricionista. Seja consistente em seu treinamento, evitando o efeito compensatório de exagerar na próxima sessão para compensar as faltas.

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